por
Lingopass
2.2.2022

Lingotalks com Aymeric Frerejean #18: Nada se perde, tudo se transforma!

A música, com sua capacidade única de transcender barreiras e unir culturas, é uma linguagem universal que ecoa nos corações e mentes de pessoas ao redor do mundo.

A jornada de Aymeric, um cantor, compositor e pianista independente, tece uma trama musical que conecta as sonoridades da França e do Brasil. Ao criar versões em francês de sucessos da MPB e, mais recentemente, se aventurando na composição direta em português, Aymeric traz uma perspectiva única sobre a jornada artística. Nascido em Paris e há uma década residente em São Paulo, ele carrega consigo não apenas suas raízes culturais, mas um fascinante paradoxo de se sentir em casa em dois países, enquanto é considerado estrangeiro em ambos. No bate-papo com Lingopass, Aymeric Frerejean compartilha seu percurso.

Como foi o seu percurso de carreira?

Minha família tem uma origem bastante tradicional na França; meu pai trabalha na área das finanças, e minha mãe é advogada. Inicialmente, eu segui os estudos de direito aqui na França, pois nessa carreira é comum escolher um caminho que tenha um componente humano e abra portas. No entanto, no início, eu não tinha muita clareza sobre o que realmente queria. É bastante comum que muitos artistas tenham essa base em direito administrativo enquanto estão explorando seus percursos. Eles buscam o aspecto humano, mas ainda estão descobrindo seu caminho.

rabalhei de maneira estável em um escritório, com viagens e empregos seguros. Em determinado momento, decidi ser sincero com meu chefe, expressando meu desejo de seguir uma carreira na música e estudar jazz. Surpreendentemente, o conselho que recebi foi direto: faça isso agora, senão nunca o fará. Fiquei surpreso, pois estava esperando uma reação diferente, e recebi apoio para perseguir meus sonhos.

Lingotalks com Aymeric Frerejean #18: Nada se perde, tudo se transforma!

por
Lingopass
2.2.2022
Tempo de leitura:
3 minutos

A música, com sua capacidade única de transcender barreiras e unir culturas, é uma linguagem universal que ecoa nos corações e mentes de pessoas ao redor do mundo.

A jornada de Aymeric, um cantor, compositor e pianista independente, tece uma trama musical que conecta as sonoridades da França e do Brasil. Ao criar versões em francês de sucessos da MPB e, mais recentemente, se aventurando na composição direta em português, Aymeric traz uma perspectiva única sobre a jornada artística. Nascido em Paris e há uma década residente em São Paulo, ele carrega consigo não apenas suas raízes culturais, mas um fascinante paradoxo de se sentir em casa em dois países, enquanto é considerado estrangeiro em ambos. No bate-papo com Lingopass, Aymeric Frerejean compartilha seu percurso.

Como foi o seu percurso de carreira?

Minha família tem uma origem bastante tradicional na França; meu pai trabalha na área das finanças, e minha mãe é advogada. Inicialmente, eu segui os estudos de direito aqui na França, pois nessa carreira é comum escolher um caminho que tenha um componente humano e abra portas. No entanto, no início, eu não tinha muita clareza sobre o que realmente queria. É bastante comum que muitos artistas tenham essa base em direito administrativo enquanto estão explorando seus percursos. Eles buscam o aspecto humano, mas ainda estão descobrindo seu caminho.

rabalhei de maneira estável em um escritório, com viagens e empregos seguros. Em determinado momento, decidi ser sincero com meu chefe, expressando meu desejo de seguir uma carreira na música e estudar jazz. Surpreendentemente, o conselho que recebi foi direto: faça isso agora, senão nunca o fará. Fiquei surpreso, pois estava esperando uma reação diferente, e recebi apoio para perseguir meus sonhos.

Quando chegou ao Brasil, como foi a sua experiência?

Produzi algumas músicas para publicidade, eventos como casamentos e concertos para grandes marcas, como Hermès e Chanel. Participei de eventos para famílias influentes e pessoas do meio da moda, como Carlos Miele.

Pode nos contar alguns pontos de destaque neste momento de transição para o Brasil?

Comecei a cantar com minha banda algumas músicas brasileiras em versão francesa, como por exemplo "Evidências". Isso começou a ganhar notoriedade, e, eventualmente, recebi o compartilhamento do Chitãozinho & Xororó. Foi aí que percebi que havia um bom caminho a ser explorado profissionalmente.

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