por
Lingopass
10.9.2021

Lingotalks com Ali T Raad #17: Dicas para desenvolver uma carreira internacional

Muitas famílias têm origens em diversos países. No primeiro momento, ao educar uma criança, falar diversos idiomas em casa pode ser um desafio. No entanto, ao analisarmos mais profundamente, essa trajetória pode abrir portas e construir pontes com outras nações. Essa é um pouco da história de Ali. Desde pequeno, o aprendizado dos idiomas português, inglês e árabe foi um passaporte para sua trajetória profissional.

Em uma conversa com Lingopass, Ali T. Raad compartilhou sua experiência internacional e os desafios enfrentados. Atualmente, desempenha o papel de Chief Operating Officer na La Violetera, uma tradicional indústria de alimentos que importa produtos de diferentes partes do mundo e os distribui por todo o Brasil. Graduado pela London Business School e pela FAE Business School no Brasil, Ali é um líder empresarial com mais de 18 anos de experiência na América Latina, no Norte da África e no Oriente Médio. Hoje, também atua como mentor no programa Empowering Talents, oferecendo capacitação em inglês a jovens brasileiros em situação de vulnerabilidade.

Por que você decidiu aceitar essa oportunidade nesta região e país?

Antes de ir para o Líbano, preciso destacar como aprendi a falar árabe. Quando tinha 7 anos, na década de 80, mudamos para o Líbano, onde meus pais nasceram. Na época, morávamos em Curitiba, e após essa mudança, tudo se transformou. Diferença cultural, linguística e um país que enfrentava problemas de guerra. Tinha aulas diárias de árabe e inglês, o que fez com que eu começasse a esquecer o português. Acabei falando os três idiomas de forma pouco fluente.

Retornei ao Brasil, construí uma carreira até que recebi um convite para ir para um lugar desconhecido, que era a Líbia. Uma nova indústria, uma nova cultura - uma mudança completa. Após a Líbia, fui para o Qatar e, posteriormente, voltei para o Líbano. Não é uma escolha pessoal, são oportunidades que surgem. Não se trata apenas do país, mas sim do desafio que cada oportunidade apresenta.

Lingotalks com Ali T Raad #17: Dicas para desenvolver uma carreira internacional

por
Lingopass
10.9.2021
Tempo de leitura:
4 minutos

Muitas famílias têm origens em diversos países. No primeiro momento, ao educar uma criança, falar diversos idiomas em casa pode ser um desafio. No entanto, ao analisarmos mais profundamente, essa trajetória pode abrir portas e construir pontes com outras nações. Essa é um pouco da história de Ali. Desde pequeno, o aprendizado dos idiomas português, inglês e árabe foi um passaporte para sua trajetória profissional.

Em uma conversa com Lingopass, Ali T. Raad compartilhou sua experiência internacional e os desafios enfrentados. Atualmente, desempenha o papel de Chief Operating Officer na La Violetera, uma tradicional indústria de alimentos que importa produtos de diferentes partes do mundo e os distribui por todo o Brasil. Graduado pela London Business School e pela FAE Business School no Brasil, Ali é um líder empresarial com mais de 18 anos de experiência na América Latina, no Norte da África e no Oriente Médio. Hoje, também atua como mentor no programa Empowering Talents, oferecendo capacitação em inglês a jovens brasileiros em situação de vulnerabilidade.

Por que você decidiu aceitar essa oportunidade nesta região e país?

Antes de ir para o Líbano, preciso destacar como aprendi a falar árabe. Quando tinha 7 anos, na década de 80, mudamos para o Líbano, onde meus pais nasceram. Na época, morávamos em Curitiba, e após essa mudança, tudo se transformou. Diferença cultural, linguística e um país que enfrentava problemas de guerra. Tinha aulas diárias de árabe e inglês, o que fez com que eu começasse a esquecer o português. Acabei falando os três idiomas de forma pouco fluente.

Retornei ao Brasil, construí uma carreira até que recebi um convite para ir para um lugar desconhecido, que era a Líbia. Uma nova indústria, uma nova cultura - uma mudança completa. Após a Líbia, fui para o Qatar e, posteriormente, voltei para o Líbano. Não é uma escolha pessoal, são oportunidades que surgem. Não se trata apenas do país, mas sim do desafio que cada oportunidade apresenta.

Qual é o escopo do seu trabalho?

Seis áreas estão sob a minha responsabilidade: contratos, logística, produção, planejamento e controle, manutenção e qualidade, abrangendo mais da metade da empresa. Minha missão ao chegar era reestruturar tudo, mas o que não imaginávamos é que haveria a pandemia. Tive um trabalho desafiador ao ingressar nesta empresa, assumindo tantas responsabilidades em um cenário complexo. Entendemos que o consumidor busca comodidade e velocidade.

Que conselho você daria para uma pessoa que deseja construir uma carreira internacional?

Como cidadão intercultural, digo que vivemos em um mundo global que exige de nós uma mente genuinamente aberta. Seja curioso para entender outros costumes, culturas e muito além. Não tenha medo de pensar grande. Genuinamente acredito no papel da "serendipity" em nossas vidas. Muitas vezes, coisas inesperadas e não programadas ocorrem, e o que precisamos fazer é abrir nossa consciência para o que nos cerca.

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