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Lingopass
26.11.2021

Inovações e idiomas: domínio de outras línguas é uma das habilidades mais valorizadas

A busca por constantes inovações é a realidade da maioria das empresas, tanto brasileiras quanto pelo mundo. Esse fato ocorre pela necessidade interna e externa de adaptar-se às novas demandas do mercado. Portanto, as inovações surgem como uma resposta a essas dores latentes.

Além disso, estas também encontram-se intimamente relacionadas a capacidade de atualizações dentro do mercado empresarial. Em outras palavras, é preciso sempre pesquisar e capacitar-se em novas ferramentas, bem como oferecer treinamentos para nutrir o corpo de colaboradores.

Dessa forma, uma forte demanda ligada às inovações são as habilidades interpessoais e técnicas. A partir do desenvolvimento destas, seja através de interações sociais, ou aprendizado de idiomas, por exemplo, é possível que a empresa evolua dentro de suas metas e objetivos, traçando planos estratégicos, financeiros ou operacionais.

Inovações para driblar a crise?

O cenário gerado pela pandemia do coronavírus demandou uma grande adaptação por parte do meio empresarial. Em outras palavras, foi preciso enfrentar o isolamento social, novas modalidades de trabalho, e por consequência, um mercado em crise.

Dessa forma, a busca por inovações, dos mais diversos tipos, emergiram como resposta para o momento em questão. As alternativas surgiram especialmente nas modalidades digitais, isso porque a internet era a resposta mais segura, em meios de saúde, e eficiente para o momento. 

O home office é o maior exemplo do período, tanto por sua eficiência, quanto pela larga escala. Neste, as tarefas antes realizadas nos escritórios passaram a ter sua localidade dentro das casas dos colaboradores. Além disso, aplicativos de mensagens, plataformas on-line e até mesmo bancos digitais ganharam forças. Em resumo, os meios digitais ganharam força, e prometem perdurar mesmo após a pandemia.

No entanto, as inovações não se resumem apenas aos momentos de crise. Uma pesquisa conduzida pela ACE Cortex Consultoria e publicada no site da revista Exame, afirma que a inovação é prioridade para 85% das empresas. Esse dado exemplifica a forte tendência analisada no mercado como um todo, na qual é sempre preciso adaptar-se para acompanhar a concorrência.

Além disso, é importante ressaltar que a busca por aperfeiçoamentos não está somente ligada a novas tendências incorporadas ao dia-a-dia, mas sim a combinação de forças internas e externas ao meio corporativo. Em outras palavras, os investimentos realizados buscam trazer uma equipe mais capacitada para contribuir com ideias e novos planos de negócios, bem como estratégias mais efetivas a longo prazo.

Treinamentos e capacitações

O investimento em capacitações para aprimorar as habilidades dos colaboradores atua como um complemento às novas soluções e ferramentas citadas acima. Dessa forma é possível equilibrar as mudanças internas e externas, colaborando diretamente para que o corpo de funcionários esteja habilitado e consiga acompanhar as transformações.

Entre os principais treinamentos internos selecionados estão aqueles que buscam aprimorar as soft skills, ou habilidades interpessoais. Entre estes é possível destacar pensamento crítico, criatividade e solução de problemas. 

O estudo conduzido pelo PageGroup, e veiculado pelo Portal G1 coloca em números tais tendências. Neste, foram analisadas as habilidades comportamentais mais valorizadas por líderes de grandes empresas da América Latina e no Brasil. 

Na América Latina, as que mais se destacaram foram trabalho em equipe (47,5%), inteligência emocional (33,8%) e comunicação assertiva (28,8%). Por sua vez, o Brasil elegeu como principais: inteligência emocional (42,9%), trabalho em equipe (38,4%) e comunicação assertiva (31,1%). Demonstrando, portanto, um padrão entre o mercado, e por consequência quais as principais áreas a receberem investimento.

Idiomas como investimentos a longo prazo

No entanto, os investimentos em treinamentos corporativos não se resumem apenas em soft skills. Além do desenvolvimento destas, que colaboram para o bom funcionamento da empresa como um todo, algumas habilidades específicas também estão em alta. Não somente questões técnicas como softwares e ferramentas, mas também a proficiência em idiomas é uma necessidade intrínseca a muitas empresas.

O relatório, Habilidades 360º: América Latina 2020, também realizado pelo PageGroup, elegeu o domínio de um segundo ou terceiro idioma (36,8%) como uma das habilidades técnicas mais valorizadas.

Além de colaborar com a formação pessoal dos envolvidos no treinamento, o domínio dos idiomas aumenta as possibilidades de busca por inovações. Em outras palavras, é possível explorar ferramentas,  metodologias e até mesmo promover trocas de informações e conhecimentos com empresas internacionais.

Além destes benefícios voltados às inovações, a proficiência também permite a expansão da empresa, seja para outros países, com sedes internacionais, bem como com a contratação de profissionais estrangeiros. Dessa forma é possível também introduzir a diversidade cultural no meio corporativo, a qual acarreta em benefícios múltiplos para a instituição e seus colaboradores.

Lingopass: a inovação no ensino de idiomas

O Lingopass é uma solução multi-idiomas para as empresas que buscam inovações. Além de solucionar algumas dores relacionadas ao engajamento de colaboradores em treinamentos, oferecemos uma capacitação imersiva em idiomas.

A plataforma 100% on-line e disponível 24h para acesso auxilia na condução dos estudos e permite que o colaborador escolha o melhor horário para realizar as atividades. Em adição a esse diferencial, também é possível destacar as diversas formas de acessibilidade do curso, podendo ser utilizado pelo computador, celular ou tablet.

Os cursos temáticos oferecidos foram idealizados para suprir as necessidades internas das empresas. Através de conhecimentos específicos e aprofundados nos idiomas, é possível combinar a busca por inovações e a proficiência.

Dessa forma, as dores presentes podem ser solucionadas através do aprendizado individual dos colaboradores. Portanto, mais do que um investimento e busca por inovações, os multi-idiomas são patrimônios imateriais para todos os setores e beneficiários.

Desenvolvido por: Heloísa Ançanello

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