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Lingopass
20.8.2021

Tecnologia da Informação: aumento de vagas e deficiência em inglês

O crescimento do setor de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) não se restringe apenas ao período atual, no contexto da pandemia. Porém, certamente o cenário favoreceu ainda mais a área, proporcionando um aumento na oferta de vagas, ao encontro da baixa mão de obra qualificada.

No ano de 2011 era previsto um aumento de mais de 10% no faturamento do setor. Necessitando, portanto, de um grande contingente de profissionais para suprir a necessidade do mercado. Mesmo após 10 anos da previsão, instituições especializadas, como a IDC Brasil, prevê que a área de tecnologia continue com um crescimento exponencial. Deste modo, é prevista uma alta de 11% no setor de Tecnologia da Informação. 

Do mesmo modo que os padrões de crescimento se repetem, a escassez de mão de obra qualificada é um problema que perdurou com o tempo. Seguindo essa lógica, estima-se que em 2024, um cenário pós-pandemia, serão cerca de 300 mil vagas a serem preenchidas.

QUEM É O PROFISSIONAL DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO?

Antigamente o profissional de Tecnologia da Informação era visto como uma figura auxiliar. Sendo responsável apenas por resolver problemas técnicos de forma desconectada do restante da empresa. No entanto, essa configuração se transformou completamente, e esse profissional, ou o time da área, tem papel fundamental e central em partes estratégicas e operacionais.

Dessa forma, o profissional é responsável por gerenciar e distribuir informações, além de lidar com processamento de dados, engenharia de software, informática, hardwares e softwares. Ainda, esse setor em constante ascensão se encontra presente em empresas de diversos segmentos. Isto é, desde pequenas empresas, com um desenvolvimento de plataforma de comércio on-line, startups, e até mesmo multinacionais com redes de dados que interligam informações advindas de filiais localizadas em múltiplos países.

QUAL IMPACTO DA PANDEMIA NO SETOR?

Não só no Brasil, mas pelo mundo inteiro, a pandemia provocou o forte fenômeno do home office. A terminologia ficou muito popular no Brasil, mas é importante dizer que para os norte-americanos, a expressão utilizada é a work from home

Em outras palavras, os ambientes de trabalho passaram por uma reconfiguração, onde os escritórios e ambientes corporativos cederam espaço aos ambientes residenciais. Esses, ainda passaram por adaptações estruturais ou de reorganização dos móveis, para que agora dividissem um mesmo espaço para o lazer e o profissionalismo.

Além de colaborar para a diminuição da propagação do vírus, que é altamente contagioso em locais com aglomerações, o home office diminui custos. Valores que antes seriam investidos com aluguéis de espaço e contas cotidianas, agora podem ser aplicados na capacitação interna de membros e mais contratações.

Isso possibilitou também a queda das barreiras físicas. Em outras palavras, a modalidade de trabalho realizado em casa permite a contratação de profissionais que se encontram a longas distâncias, ou até mesmo em outros países. 

Outro fato desencadeado por esse contexto foi a necessidade de adaptação do meio empresarial para o ambiente digital. Como forma de complementar o home office, os ambientes digitais passaram a abrigar não somente salas de reuniões, mas também todo o sistema operacional de uma empresa, seja este um pequeno ou um grande negócio. 

Ademais, a grande ascensão dos e-commerces foi uma das saídas encontradas para manter o faturamento e acompanhar o ritmo ditado pelo “novo normal”

QUALIFICAÇÕES

A soma desses fatores, que incluem a nova modalidade de trabalho, adaptação ao meio digital e exploração de novas formas operacionais acarreta na necessidade de um grande contingente de mão de obra qualificada.

Como forma de “efeito dominó”, a grande oferta de vagas com salários acima da média, planos de carreira mais acelerados do que as de carreiras tradicionais, além da possibilidade de um trabalho mais dinâmico e flexível, promove a transição de área de diversos profissionais. Como forma complementar a estes, ainda existem os recém formados, ou aqueles que já atuam no mercado por um tempo, porém precisam de capacitações para atender às atuais demandas.

No entanto, o ritmo acelerado de trabalho e demandas que foram potencializadas pela pandemia, não conseguem ser solucionados apenas pelos profissionais com formação básica. As empresas requerem, portanto, profissionais atualizados e que consigam suprir essas necessidades.

As habilidades exigidas para um profissional de Tecnologia da Informação não se restringem apenas a uma formação de qualidade, mas a uma soma de soft e hard skills. Entre essas, é possível citar a adaptabilidade, trabalho em grupo e alta produtividade. Além disso, quando são citadas habilidades complementares, é indispensável abordar o conhecimento em idiomas.

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E INGLÊS

Em diversas profissões o idioma é levado em consideração como um diferencial no momento da avaliação de um currículo. Por sua vez, para um profissional de Tecnologia da Informação, o conhecimento aprofundado de outros idiomas, especialmente o inglês, é indispensável.

Isso ocorre devido a diversos fatores, mas a resposta concentra-se principalmente nas demandas da própria profissão. Materiais, artigos, referências e até mesmo as ferramentas utilizadas durante o trabalho são redigidas ou apresentam-se no inglês. Portanto, o entendimento da língua é pré-requisito tanto no momento de ser contratado para uma vaga, quanto para exercer a profissão de forma plena.

Outro ponto a ser levado em consideração, são as oportunidades que o falante de inglês pode aproveitar. Além da facilidade no entendimento de informações e capacitações que envolvem a própria profissão, é possível ampliar as oportunidades de trabalho e networking para outros países.

O inglês facilita a comunicação com pessoas, profissionais e empresas por se tratar de uma língua universal. Além disso, o domínio do idioma proporciona inúmeros benefícios:

  • possibilidade de trabalhos em multinacionais;
  • divulgação de trabalhos próprios;
  • networking internacional;
  • pleno entendimento de materiais e pesquisas;
  • oportunidades de participação em workshops e palestras internacionais.

Pensando nas atuais tendências no mercado, e nas necessidades dos profissionais em formação, o Lingopass vem com a proposta de uma modalidade de curso que seja focado nas necessidades linguísticas específicas do profissional. Dessa forma, o Tech English tem focos precisos e práticos ao abordar os temas de descrição de projetos, interpretação de textos técnicos e pesquisa, networking e muito mais!

 

Desenvolvido por: Heloísa Ançanello

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