por
Lingopass
9.12.2022

A importância da inclusão de negros no mercado de trabalho

Diversidade racial: a importância da inclusão de negros no ambiente de trabalho.

Uma das pautas essenciais dentro do ambiente de trabalho é a de diversidade e inclusão, e principalmente a inclusão de negros no mercado de trabalho. Através das premissas de ESG, (Environment, Social and Governance), as práticas de inclusão tornaram-se frequentes entre os diálogos e campanhas nas grandes corporações. 

Apesar da crescente do tema, não só relacionado às questões raciais, mas também à força da mulher, orientação sexual e liberdade religiosa, ainda existe um longo caminho pela frente para que essa realidade se torne cada vez mais acessíveis em todos os setores de trabalho, independente se operacional ou estratégico

Porém, algumas dúvidas poderão surgir ao desenvolver iniciativas e estratégias para a construção da inclusão social e do diálogo dentro das organizações, visando um ambiente mais equitativo e plural. Por isso, o Lingopass, plataforma de capacitação em idiomas estrangeiros, elaborou este artigo para que a inclusão seja um tema de responsabilidade social e proposta de valor presente na cultura da empresa. 

Acompanhe! 

Houve um determinado momento no ambiente corporativo em que os temas voltados à diversidade, inclusão e representatividade não eram levantados como pauta, e o cenário visualizado era a falta das mesmas oportunidades para pessoas de diferentes etnias, orientação sexual, religião, e até mesmo mulheres que não atuavam em cargos de liderança.

Contudo, assim, como a Era da Informação, nossa história traz essa reflexão: porque é essencial a construção e oportunidade para pessoas negras no ambiente de trabalho? 

De acordo com uma pesquisa e estudo desenvolvido pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), no ano de 2021, que tem como objetivo verificar a inserção produtiva dos negros no mercado de trabalho e as mudanças ocorridas na inserção da população negra no mercado de trabalho, aponta que a taxa de desemprego para homens negros ficou em 13,2% enquanto para os não negros, foi de 9,8%. 

Para as mulheres negras, esse quadro aumenta para 20,1% enquanto para as não-negras, 13,8%, uma diferença de quase oito por cento do total.

A importância da diversidade racial no ambiente de trabalho

Para analisarmos o tema da diversidade racial nas empresas, é importante que saibamos o que é a diferença étnica racial, que é a união de pessoas com diferentes origens, histórias, idiomas, religiões e cultura. A partir disso, é construída a nossa relação e papel dentro da sociedade.

E quando trazemos essa realidade ao mercado de trabalho, a ideia é que as equipes e as atividades delegadas ao setores estejam representadas pela diversidade desses grupos e que eles tenham as mesmas oportunidades de desenvolvimento em cargos operacionais, estratégicos e de liderança.

Logo, uma equipe diversa étnicamente é formada por pessoas pretas, brancas e pardas, que venham de classes sociais diferentes, tenham culturas e histórias diferentes umas das outras e que através da empresa com ações de integração, fomentam esse diálogo visando conscientização do grupo.

Importante ressaltar que as ações de diversidade de inclusão nas empresas aumentam as estratégias aplicadas ao capital humano e o poder competitivo no que diz respeito aos valores institucionais e captação de talentos com maior pluralidade, elevando diferentes construções de pontos de vistas para novas perspectivas, além do impacto positivo para a imagem da companhia, que passa a ser vista como comprometida com a responsabilidade social, possibilitando a atuação de forma genuína e consciente do tema. 

Ao gerar novas oportunidades nas organizações pautadas na diversidade étnica racial, são impactados todos os fatores de construção do desenvolvimento e responsabilidade social: idade, nacionalidade, cor, religião, posição social e orientação sexual. Desta forma, a diversidade e inclusão na empresa vai muito além do discurso, trabalhando com diferentes perfis que se desenvolvem, promovem novos talentos, buscam pelo resultado coletivo, com foco nos processos ágeis e eficazes, independentemente do produto ou serviço.

O racismo e como ele afeta o mercado de trabalho

O racismo vai muito além das agressões físicas ou verbais e na maioria das vezes, agimos involuntariamente, por esse preconceito estar enraizado negativamente na nossa sociedade, o que abre margem para uma discussão a mudança de raciocínio e combate desses comportamentos no nosso dia-a-dia. 

O racismo social é a teoria da formalização de um conjunto de práticas institucionais, históricas, culturais e interpessoais dentro de uma sociedade que coloca um ou mais grupos sociais ou étnicos em uma posição melhor para ter sucesso e desfavorece outros grupos, de modo que as disparidades se desenvolvem entre os grupos ao longo de um período de tempo. período de tempo. O racismo social também tem sido chamado de racismo estrutural, porque, de acordo com Carl E. James, a sociedade é estruturada de uma forma que exclui um número substancial de pessoas de origem minoritária a participar de instituições sociais.

Apesar da mudança do discurso e aplicações de metodologias aplicadas ao tema  nas empresas, o cenário corporativo é bem diferente: De acordo com a pesquisa desenvolvida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a taxa de desemprego para as pessoas negras é 16,1%, acima dos brancos, com taxa de 11,5%.

O cenário também aumenta essa população, com indivíduos encontrando oportunidades no mercado de trabalho, porém, sem conseguir migrar entre os setores a fim de construir um plano de carreira. 

No Estado de São Paulo – maior pólo econômico do Brasil – 34% da população é negra (preta e parda). Contudo, nos cargos de liderança, a proporção é bem menor. No ano de 2019, 58 mil profissionais ascenderam a cargos de liderança em empresas do Estado. Desse total, menos de 4% eram negros.

O papel do RH na inclusão

As empresas possuem um papel fundamental para promover a diversidade, pluralidade e inclusão em seus departamentos, onde a comunicação efetiva entre corpo executivo e lideranças estejam alinhadas para fomentar esse discurso como uma das propostas de valor dentro da empresa e se estender aos demais cargos para fomentar a equidade, bem-estar, desenvolvimento social e plano de carreira. Esse planejamento de comunicação deve estar pautado em três pilares:

  1. Diversidade: todas as características - sejam físicas, culturais ou sociais - que diversifica as pessoas entre si;
  2. Inclusão: ações que estimulam o acolhimento, a aceitação e o respeito de todas as pessoas, independentemente de suas diversificações;
  3. Equidade: oportunidades e direitos iguais para todas as pessoas.

Aqui, é importante compreender que apesar de complementares, os termos diversidade e inclusão não são a mesma coisa. Enquanto na diversidade a atenção é dada a representatividade nos mais diferentes ambientes e principalmente em uma situação de conquista. 

E a inclusão está ligada à instauração de uma mudança de cultura e comportamento em relação às pessoas diversas. Porém, a mensagem de combate ao racismo deve ser estendida por toda a empresa e fazer com o que os colaboradores entendam que não é somente papel e responsabilidade do RH ou da alta direção da empresa. Todo profissional pode se engajar na luta contra a desigualdade racial através de campanhas de denúncia de atitudes racistas ou até mesmo, frases de possuam conotação racista.

Estratégias para melhorar o quadro de diversidade racial nas empresas

Quando a empresa valoriza esse cenário em promover o diálogo e campanhas relacionadas à desigualdade social, os colaboradores percebem que a empresa é comprometida com questões de equidade e responsabilidade social e consequentemente, eles tendem a se engajar ainda mais em suas funções e a elevar sua produtividade em prol daquilo o que acreditam, os levando a se diferenciar em relação aos demais e até mesmo, a empresa se diferenciar dos concorrentes. 

Assim, as empresas se posicionam como locais mais atrativos para reter bons talentos e manter uma equipe de alta performance. As principais estratégias para melhorar o quadro de desigualdade social nas empresas são:

Buscar conhecimento sobre o assunto

Materiais de estudos, publicações, artigos, livros e documentários sobre o tema estão disponíveis na internet. Entenda a história da construção da sociedade brasileira para potencializar o seu discurso e entender que as ações do passado ainda têm consequências no presente que podem mudar o futuro. 

Busque também obras de autores negros, como por exemplo, o livro “Pequeno Manual Antirracista - Djamila Ribeiro” e através dessas referências, construa um contexto e diálogo construtivo para conscientização dos colaboradores. 

Trazer dados acompanhados de informação

Além da informação, é fundamental trazer dados e números para um comparativo do que ainda acontece em sociedade, sobretudo, no mercado de trabalho. Fontes oficiais como IBGE são uma ótima opção para promover esses levantamentos entre as equipes. Dados com história e informação reforçam ainda mais a conscientização da problemática.

Estabelecer um encontro para fomentar as ações afirmativas:

Ações afirmativas são políticas sociais de combate a discriminações étnicas, raciais, religiosas, de gênero, promovendo a participação desses grupos nos diversos temas e ambientes vividos em sociedade. E o ambiente corporativo têm participação essencial nesse trabalho em promover reuniões, campanhas e até mesmo treinamentos para estimular a conversa e conscientizar a cultura de desenvolvimento social. 

Denunciar comportamentos e atitudes racistas

 Mais que combater o racismo, temos que ser antirracistas. Ao presenciar uma imagem ou comportamento racista, não seja parcial. Denuncie! Não se cale ao sofrer racismo ou ao ver um colega sofrer racismo, utilize os métodos disponibilizados pela empresa - geralmente canal de ética e compliance - e registre seu relato.

Conscientizar uso de frases que não cabem mais no nosso cotidiano

Vivemos em uma sociedade que direta e indiretamente possui o preconceito enraizado em sociedade. E muitas vezes não percebemos que uma frase dita há vinte ou trinta anos atrás, não cabe mais em qualquer ambiente ou situação. ás vezes falamos algumas expressões que foram passadas de geração em geração que em sua finalidade eram frases racistas, como por exemplo: 

  • “Pensa que eu sou tuas negas?”;
  • “Coloca ali no criado-mudo.”;
  • “No mercado negro é mais barato.”;
  • “Você foi promovido! Parabéns! Que inveja branca!”.

Essas e outras frases não cabem mais no nosso dia-a-dia, busque artigos e publicações sobre o tema e exclua não só estas, mas tantas outras frases racistas do seu vocabulário.

As organizações necessitam de uma rede de apoio corporativa que adotem estratégias e processos eficazes para a promoção de temas relacionados à responsabilidade social e racial. Apesar de estarmos na “era da transformação digital”, ser proativo e antecipar os anseios dos clientes, favorece o diferencial e sucesso das equipes, da empresa, da captação de talentos, o consumidor e produto final. 

O Lingopass é uma plataforma de capacitação em idiomas estrangeiros que viabiliza o trabalho integrado, a realização e o desenvolvimento de negócios entre profissionais de nacionalidades distintas. Indique sua empresa e conheça as nossas soluções que se adequam ao seu negócio!

E se você quer saber mais sobre outros assuntos como a diversidade racial e a inclusão de negros no mercado de trabalho, assim como outros temas pertinentes ao papel social das empresas, continue acompanhando os conteúdos do Lingopass!

A importância da inclusão de negros no mercado de trabalho

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9.12.2022
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Diversidade racial: a importância da inclusão de negros no ambiente de trabalho.

Uma das pautas essenciais dentro do ambiente de trabalho é a de diversidade e inclusão, e principalmente a inclusão de negros no mercado de trabalho. Através das premissas de ESG, (Environment, Social and Governance), as práticas de inclusão tornaram-se frequentes entre os diálogos e campanhas nas grandes corporações. 

Apesar da crescente do tema, não só relacionado às questões raciais, mas também à força da mulher, orientação sexual e liberdade religiosa, ainda existe um longo caminho pela frente para que essa realidade se torne cada vez mais acessíveis em todos os setores de trabalho, independente se operacional ou estratégico

Porém, algumas dúvidas poderão surgir ao desenvolver iniciativas e estratégias para a construção da inclusão social e do diálogo dentro das organizações, visando um ambiente mais equitativo e plural. Por isso, o Lingopass, plataforma de capacitação em idiomas estrangeiros, elaborou este artigo para que a inclusão seja um tema de responsabilidade social e proposta de valor presente na cultura da empresa. 

Acompanhe! 

Houve um determinado momento no ambiente corporativo em que os temas voltados à diversidade, inclusão e representatividade não eram levantados como pauta, e o cenário visualizado era a falta das mesmas oportunidades para pessoas de diferentes etnias, orientação sexual, religião, e até mesmo mulheres que não atuavam em cargos de liderança.

Contudo, assim, como a Era da Informação, nossa história traz essa reflexão: porque é essencial a construção e oportunidade para pessoas negras no ambiente de trabalho? 

De acordo com uma pesquisa e estudo desenvolvido pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), no ano de 2021, que tem como objetivo verificar a inserção produtiva dos negros no mercado de trabalho e as mudanças ocorridas na inserção da população negra no mercado de trabalho, aponta que a taxa de desemprego para homens negros ficou em 13,2% enquanto para os não negros, foi de 9,8%. 

Para as mulheres negras, esse quadro aumenta para 20,1% enquanto para as não-negras, 13,8%, uma diferença de quase oito por cento do total.

A importância da diversidade racial no ambiente de trabalho

Para analisarmos o tema da diversidade racial nas empresas, é importante que saibamos o que é a diferença étnica racial, que é a união de pessoas com diferentes origens, histórias, idiomas, religiões e cultura. A partir disso, é construída a nossa relação e papel dentro da sociedade.

E quando trazemos essa realidade ao mercado de trabalho, a ideia é que as equipes e as atividades delegadas ao setores estejam representadas pela diversidade desses grupos e que eles tenham as mesmas oportunidades de desenvolvimento em cargos operacionais, estratégicos e de liderança.

Logo, uma equipe diversa étnicamente é formada por pessoas pretas, brancas e pardas, que venham de classes sociais diferentes, tenham culturas e histórias diferentes umas das outras e que através da empresa com ações de integração, fomentam esse diálogo visando conscientização do grupo.

Importante ressaltar que as ações de diversidade de inclusão nas empresas aumentam as estratégias aplicadas ao capital humano e o poder competitivo no que diz respeito aos valores institucionais e captação de talentos com maior pluralidade, elevando diferentes construções de pontos de vistas para novas perspectivas, além do impacto positivo para a imagem da companhia, que passa a ser vista como comprometida com a responsabilidade social, possibilitando a atuação de forma genuína e consciente do tema. 

Ao gerar novas oportunidades nas organizações pautadas na diversidade étnica racial, são impactados todos os fatores de construção do desenvolvimento e responsabilidade social: idade, nacionalidade, cor, religião, posição social e orientação sexual. Desta forma, a diversidade e inclusão na empresa vai muito além do discurso, trabalhando com diferentes perfis que se desenvolvem, promovem novos talentos, buscam pelo resultado coletivo, com foco nos processos ágeis e eficazes, independentemente do produto ou serviço.

O racismo e como ele afeta o mercado de trabalho

O racismo vai muito além das agressões físicas ou verbais e na maioria das vezes, agimos involuntariamente, por esse preconceito estar enraizado negativamente na nossa sociedade, o que abre margem para uma discussão a mudança de raciocínio e combate desses comportamentos no nosso dia-a-dia. 

O racismo social é a teoria da formalização de um conjunto de práticas institucionais, históricas, culturais e interpessoais dentro de uma sociedade que coloca um ou mais grupos sociais ou étnicos em uma posição melhor para ter sucesso e desfavorece outros grupos, de modo que as disparidades se desenvolvem entre os grupos ao longo de um período de tempo. período de tempo. O racismo social também tem sido chamado de racismo estrutural, porque, de acordo com Carl E. James, a sociedade é estruturada de uma forma que exclui um número substancial de pessoas de origem minoritária a participar de instituições sociais.

Apesar da mudança do discurso e aplicações de metodologias aplicadas ao tema  nas empresas, o cenário corporativo é bem diferente: De acordo com a pesquisa desenvolvida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a taxa de desemprego para as pessoas negras é 16,1%, acima dos brancos, com taxa de 11,5%.

O cenário também aumenta essa população, com indivíduos encontrando oportunidades no mercado de trabalho, porém, sem conseguir migrar entre os setores a fim de construir um plano de carreira. 

No Estado de São Paulo – maior pólo econômico do Brasil – 34% da população é negra (preta e parda). Contudo, nos cargos de liderança, a proporção é bem menor. No ano de 2019, 58 mil profissionais ascenderam a cargos de liderança em empresas do Estado. Desse total, menos de 4% eram negros.

O papel do RH na inclusão

As empresas possuem um papel fundamental para promover a diversidade, pluralidade e inclusão em seus departamentos, onde a comunicação efetiva entre corpo executivo e lideranças estejam alinhadas para fomentar esse discurso como uma das propostas de valor dentro da empresa e se estender aos demais cargos para fomentar a equidade, bem-estar, desenvolvimento social e plano de carreira. Esse planejamento de comunicação deve estar pautado em três pilares:

  1. Diversidade: todas as características - sejam físicas, culturais ou sociais - que diversifica as pessoas entre si;
  2. Inclusão: ações que estimulam o acolhimento, a aceitação e o respeito de todas as pessoas, independentemente de suas diversificações;
  3. Equidade: oportunidades e direitos iguais para todas as pessoas.

Aqui, é importante compreender que apesar de complementares, os termos diversidade e inclusão não são a mesma coisa. Enquanto na diversidade a atenção é dada a representatividade nos mais diferentes ambientes e principalmente em uma situação de conquista. 

E a inclusão está ligada à instauração de uma mudança de cultura e comportamento em relação às pessoas diversas. Porém, a mensagem de combate ao racismo deve ser estendida por toda a empresa e fazer com o que os colaboradores entendam que não é somente papel e responsabilidade do RH ou da alta direção da empresa. Todo profissional pode se engajar na luta contra a desigualdade racial através de campanhas de denúncia de atitudes racistas ou até mesmo, frases de possuam conotação racista.

Estratégias para melhorar o quadro de diversidade racial nas empresas

Quando a empresa valoriza esse cenário em promover o diálogo e campanhas relacionadas à desigualdade social, os colaboradores percebem que a empresa é comprometida com questões de equidade e responsabilidade social e consequentemente, eles tendem a se engajar ainda mais em suas funções e a elevar sua produtividade em prol daquilo o que acreditam, os levando a se diferenciar em relação aos demais e até mesmo, a empresa se diferenciar dos concorrentes. 

Assim, as empresas se posicionam como locais mais atrativos para reter bons talentos e manter uma equipe de alta performance. As principais estratégias para melhorar o quadro de desigualdade social nas empresas são:

Buscar conhecimento sobre o assunto

Materiais de estudos, publicações, artigos, livros e documentários sobre o tema estão disponíveis na internet. Entenda a história da construção da sociedade brasileira para potencializar o seu discurso e entender que as ações do passado ainda têm consequências no presente que podem mudar o futuro. 

Busque também obras de autores negros, como por exemplo, o livro “Pequeno Manual Antirracista - Djamila Ribeiro” e através dessas referências, construa um contexto e diálogo construtivo para conscientização dos colaboradores. 

Trazer dados acompanhados de informação

Além da informação, é fundamental trazer dados e números para um comparativo do que ainda acontece em sociedade, sobretudo, no mercado de trabalho. Fontes oficiais como IBGE são uma ótima opção para promover esses levantamentos entre as equipes. Dados com história e informação reforçam ainda mais a conscientização da problemática.

Estabelecer um encontro para fomentar as ações afirmativas:

Ações afirmativas são políticas sociais de combate a discriminações étnicas, raciais, religiosas, de gênero, promovendo a participação desses grupos nos diversos temas e ambientes vividos em sociedade. E o ambiente corporativo têm participação essencial nesse trabalho em promover reuniões, campanhas e até mesmo treinamentos para estimular a conversa e conscientizar a cultura de desenvolvimento social. 

Denunciar comportamentos e atitudes racistas

 Mais que combater o racismo, temos que ser antirracistas. Ao presenciar uma imagem ou comportamento racista, não seja parcial. Denuncie! Não se cale ao sofrer racismo ou ao ver um colega sofrer racismo, utilize os métodos disponibilizados pela empresa - geralmente canal de ética e compliance - e registre seu relato.

Conscientizar uso de frases que não cabem mais no nosso cotidiano

Vivemos em uma sociedade que direta e indiretamente possui o preconceito enraizado em sociedade. E muitas vezes não percebemos que uma frase dita há vinte ou trinta anos atrás, não cabe mais em qualquer ambiente ou situação. ás vezes falamos algumas expressões que foram passadas de geração em geração que em sua finalidade eram frases racistas, como por exemplo: 

  • “Pensa que eu sou tuas negas?”;
  • “Coloca ali no criado-mudo.”;
  • “No mercado negro é mais barato.”;
  • “Você foi promovido! Parabéns! Que inveja branca!”.

Essas e outras frases não cabem mais no nosso dia-a-dia, busque artigos e publicações sobre o tema e exclua não só estas, mas tantas outras frases racistas do seu vocabulário.

As organizações necessitam de uma rede de apoio corporativa que adotem estratégias e processos eficazes para a promoção de temas relacionados à responsabilidade social e racial. Apesar de estarmos na “era da transformação digital”, ser proativo e antecipar os anseios dos clientes, favorece o diferencial e sucesso das equipes, da empresa, da captação de talentos, o consumidor e produto final. 

O Lingopass é uma plataforma de capacitação em idiomas estrangeiros que viabiliza o trabalho integrado, a realização e o desenvolvimento de negócios entre profissionais de nacionalidades distintas. Indique sua empresa e conheça as nossas soluções que se adequam ao seu negócio!

E se você quer saber mais sobre outros assuntos como a diversidade racial e a inclusão de negros no mercado de trabalho, assim como outros temas pertinentes ao papel social das empresas, continue acompanhando os conteúdos do Lingopass!

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