por
Lingopass
9.1.2023

Aviação brasileira e um cenário de altos e baixos

Aviação brasileira: um futuro de sucesso ou de incertezas?


O setor de aviação civil abrange uma ampla gama de negócios, nomeadamente chamados de companhias aéreas, que oferecem serviços de transporte aéreo para clientes pagantes ou parceiros de negócios. Esses serviços de transporte aéreo são fornecidos tanto para viajantes humanos, isto é, passageiros, bem como para cargas, e são mais comumente oferecidos por meio de jatos, embora algumas companhias aéreas também utilizem helicópteros em sua frota. Atualmente, este setor representa 1,1% de todo o PIB brasileiro.

As companhias aéreas podem oferecer serviços regulares ou fretados e o setor de aviação civil é uma parte fundamental do setor de viagens mais amplo, proporcionando aos clientes a possibilidade de comprar assentos em voos e viajar para diferentes partes do mundo. O setor de aviação oferece uma variedade de planos de carreira, incluindo pilotos, comissários de bordo e tripulantes de solo.

Os termos indústria aeronáutica e indústria da aviação às vezes são considerados sinônimos, mas, na realidade, eles têm significados diferentes. O primeiro setor se refere às empresas que oferecem serviços de transporte aéreo a clientes pagantes, enquanto o setor de aviação inclui todos os negócios relacionados à aviação.

Tendo isso em mente, o setor de aviação civil pode ser classificado como apenas um setor do setor mais amplo da indústria da aviação. Além desse setor, as empresas de aviação também incluiriam negócios como fabricantes de aeronaves, empresas que oferecem voos não comerciais, empresas aeroespaciais, autoridades regulatórias e pessoas envolvidas com pesquisa. Dessa forma, o texto a seguir aborda o setor de aviação de forma ampla e geral.

Pandemia e cenário mundial

A atividade da indústria aeronáutica foi diretamente afetada pela crise derivada da pandemia. A diminuição do volume de voos, a manutenção das aeronaves em terra e os novos riscos decorrentes desta situação se tornaram uma das principais fontes de preocupação tanto para as companhias aéreas quanto para o setor de seguros, que deve estar em condições de se adaptar e acompanhar seus clientes nesses momentos.

Neste sentido, as companhias aéreas tiveram que se adaptar para enfrentar esta nova realidade, buscando alternativas para reduzir custos e encontrar novas formas de gerar receita. Essas alternativas englobam desde a renegociação de contratos com fornecedores, a redução de pessoal e aumento de tarifas de bagagem e demais taxas de serviços para os passageiros. Para reduzir os custos operacionais, as companhias aéreas também têm aderido ao uso de aeronaves mais modernas, que consomem menos combustível e são mais eficientes. 

De fato, nenhuma das crises globais acontecidas com anterioridade teve este impacto na indústria aeronáutica. Contudo, apesar de o impacto nas operações ter sido enorme, a retomada das atividades comerciais aconteceu. As quarentenas e as restrições impostas por muitos países, especialmente os desenvolvidos, tornam os usuários muito cautelosos na hora de escolher um avião para seus deslocamentos, e um segmento importante da população é relutante a voar novamente por medo de contágios durante o voo. 

Um futuro de incertezas ou oportunidades?

Neste cenário que em primeiro momento nos parece negativo e caótico quando olhamos para os impactos no setor em 2019 e 2020, o Brasil ressurge das cinzas como uma fênix, com diversos pontos a seu favor. Primeiramente, pelo fato de ter sido um país com poucas restrições sanitárias em comparação a países mais desenvolvidos como Estados Unidos, Canadá e até mesmo Chile, – caso queiramos citar um país latino-americano –, o setor de aviação comercial acabou por não ser tão afetado e se manteve, de certa forma, aquecido, por incrível que pareça.

Dessa forma, naturalmente foram geradas expectativas sobre o que esperar dos próximos anos para o setor, especialmente à medida que a vacinação avança e as pessoas voltam, mais uma vez, a viajar pelo mundo. Nesse sentido, um bom reflexo para exemplificar a concretização dessas expectativas, é que em 2022 o setor mostrou ao que veio, sendo um dos únicos setores da economia brasileira a obter um crescimento de 22%.

Além disso, o governo nacional também tem investido na modernização dos equipamentos de navegação aérea, como radares, sistemas de controle de tráfego aéreo, além de aportes financeiros em empresas aéreas regionais. Essas medidas estão permitindo o aumento de voos em aeroportos menores e mais distantes, o que tem fortalecido a aviação regional e a economia local. Diminuindo custos de forma geral e, dessa forma, chamando a atenção de investidores internacionais.

A expectativa é que, com essas ações, o governo possa alcançar a meta de 200 cidades com voos regulares até 2025. Com desafios e oportunidades a aviação comercial em toda a América Latina e Caribe deve continuar sendo uma das que mais cresce no mundo, ampliando o alcance e importância do transporte aéreo não só na região, como no mundo.

Aviação brasileira e um cenário de altos e baixos

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Lingopass
9.1.2023
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5 minutos

Aviação brasileira: um futuro de sucesso ou de incertezas?


O setor de aviação civil abrange uma ampla gama de negócios, nomeadamente chamados de companhias aéreas, que oferecem serviços de transporte aéreo para clientes pagantes ou parceiros de negócios. Esses serviços de transporte aéreo são fornecidos tanto para viajantes humanos, isto é, passageiros, bem como para cargas, e são mais comumente oferecidos por meio de jatos, embora algumas companhias aéreas também utilizem helicópteros em sua frota. Atualmente, este setor representa 1,1% de todo o PIB brasileiro.

As companhias aéreas podem oferecer serviços regulares ou fretados e o setor de aviação civil é uma parte fundamental do setor de viagens mais amplo, proporcionando aos clientes a possibilidade de comprar assentos em voos e viajar para diferentes partes do mundo. O setor de aviação oferece uma variedade de planos de carreira, incluindo pilotos, comissários de bordo e tripulantes de solo.

Os termos indústria aeronáutica e indústria da aviação às vezes são considerados sinônimos, mas, na realidade, eles têm significados diferentes. O primeiro setor se refere às empresas que oferecem serviços de transporte aéreo a clientes pagantes, enquanto o setor de aviação inclui todos os negócios relacionados à aviação.

Tendo isso em mente, o setor de aviação civil pode ser classificado como apenas um setor do setor mais amplo da indústria da aviação. Além desse setor, as empresas de aviação também incluiriam negócios como fabricantes de aeronaves, empresas que oferecem voos não comerciais, empresas aeroespaciais, autoridades regulatórias e pessoas envolvidas com pesquisa. Dessa forma, o texto a seguir aborda o setor de aviação de forma ampla e geral.

Pandemia e cenário mundial

A atividade da indústria aeronáutica foi diretamente afetada pela crise derivada da pandemia. A diminuição do volume de voos, a manutenção das aeronaves em terra e os novos riscos decorrentes desta situação se tornaram uma das principais fontes de preocupação tanto para as companhias aéreas quanto para o setor de seguros, que deve estar em condições de se adaptar e acompanhar seus clientes nesses momentos.

Neste sentido, as companhias aéreas tiveram que se adaptar para enfrentar esta nova realidade, buscando alternativas para reduzir custos e encontrar novas formas de gerar receita. Essas alternativas englobam desde a renegociação de contratos com fornecedores, a redução de pessoal e aumento de tarifas de bagagem e demais taxas de serviços para os passageiros. Para reduzir os custos operacionais, as companhias aéreas também têm aderido ao uso de aeronaves mais modernas, que consomem menos combustível e são mais eficientes. 

De fato, nenhuma das crises globais acontecidas com anterioridade teve este impacto na indústria aeronáutica. Contudo, apesar de o impacto nas operações ter sido enorme, a retomada das atividades comerciais aconteceu. As quarentenas e as restrições impostas por muitos países, especialmente os desenvolvidos, tornam os usuários muito cautelosos na hora de escolher um avião para seus deslocamentos, e um segmento importante da população é relutante a voar novamente por medo de contágios durante o voo. 

Um futuro de incertezas ou oportunidades?

Neste cenário que em primeiro momento nos parece negativo e caótico quando olhamos para os impactos no setor em 2019 e 2020, o Brasil ressurge das cinzas como uma fênix, com diversos pontos a seu favor. Primeiramente, pelo fato de ter sido um país com poucas restrições sanitárias em comparação a países mais desenvolvidos como Estados Unidos, Canadá e até mesmo Chile, – caso queiramos citar um país latino-americano –, o setor de aviação comercial acabou por não ser tão afetado e se manteve, de certa forma, aquecido, por incrível que pareça.

Dessa forma, naturalmente foram geradas expectativas sobre o que esperar dos próximos anos para o setor, especialmente à medida que a vacinação avança e as pessoas voltam, mais uma vez, a viajar pelo mundo. Nesse sentido, um bom reflexo para exemplificar a concretização dessas expectativas, é que em 2022 o setor mostrou ao que veio, sendo um dos únicos setores da economia brasileira a obter um crescimento de 22%.

Além disso, o governo nacional também tem investido na modernização dos equipamentos de navegação aérea, como radares, sistemas de controle de tráfego aéreo, além de aportes financeiros em empresas aéreas regionais. Essas medidas estão permitindo o aumento de voos em aeroportos menores e mais distantes, o que tem fortalecido a aviação regional e a economia local. Diminuindo custos de forma geral e, dessa forma, chamando a atenção de investidores internacionais.

A expectativa é que, com essas ações, o governo possa alcançar a meta de 200 cidades com voos regulares até 2025. Com desafios e oportunidades a aviação comercial em toda a América Latina e Caribe deve continuar sendo uma das que mais cresce no mundo, ampliando o alcance e importância do transporte aéreo não só na região, como no mundo.

Facilidade, experiência e inovação

Um dos caminhos utilizados para driblar a crise enfrentada pelo setor, é o investimento massivo em tecnologia e capacitação, que é constante. Isso se aplica às aeronaves, desenvolvimento de soluções tecnológicas com o objetivo de melhorar a experiência do cliente, bem como o treinamento efetivo de colaboradores. 

Alguns exemplos são as tecnologias que utilizam biometria e são capazes de registrar e reconhecer rostos com máscaras. Além disso, a possibilidade de fazer etiquetagem da bagagem sem toque e usar cartões digitais de embarque, diminuindo a necessidade dos passageiros tocarem na infraestrutura do aeroporto e a chance de acompanhar o voo em tempo real, evitando atrasos. 

Essas tecnologias e investimentos melhoram a experiência de passageiros em geral, tornando o ambiente da aviação comercial mais propício para se aquecer e expandir ainda mais, além de garantir a competitividade entre as companhias. Mas certamente o que melhor garante uma experiência satisfatória ao cliente é o atendimento, que só pode ser melhorado tendo base em treinamentos diversificados. 

As dificuldades do setor

Já sabemos que a área da aviação exige inovação e treinamento constante, não é? Mas apesar dos clássicos estudos constantes e investimentos em tecnologia, uma das maiores fraquezas do setor no Brasil segue sendo a comunicação em inglês, sendo esta a língua franca normalmente escolhida.

Apesar da vasta opção de dicionários e aplicativos de tradução, não há tecnologia que substitua a experiência do cliente em ser atendido por uma pessoa que sabe se comunicar, conhece expressões técnicas e coloquiais, e tem um vasto vocabulário para lidar com as situações e inconveniências que surgem no setor diariamente. Que, aliás, não são poucas, hein? Além disso, o conhecimento básico do idioma não permite lidar com elas, sendo um treinamento personalizado o ideal, um aprendizado do idioma mais focado em negócios.

Aprender um segundo ou terceiro idioma de forma imersiva e com objetivos e metas estabelecidos através de um plano de estudos, permite não só o desenvolvimento da língua, mas também melhora as habilidades de comunicação como um todo, assim como desenvolve outras skills como multi-tasking e facilidade de trabalho em equipe, todas essas desejáveis na vida e no setor de aviação.

Além disso, essas são habilidades requisitadas e muitas vezes imprescindíveis para ocupar diversos cargos, como: pilotos, comissários de bordo, assistentes de logística e mesmo para os atendentes da companhia aérea, que lidam diariamente com passageiros nacionais e internacionais, além serem frequentemente os responsáveis por contratos e cargas com diferentes origens e destinos. Assim, é importante que as companhias aéreas ofereçam treinamentos específicos no idioma inglês, que possam ser personalizados para cada cargo e aprimorar a interação com passageiros, parceiros e outros colaboradores, além de desenvolver outras habilidades necessárias no dia a dia. Com isso, a comunicação entre todos os envolvidos será mais fluida e eficaz, resultando em um serviço de qualidade, que garanta a satisfação dos clientes.

Um fato é: independentemente do futuro da aviação brasileira, os colaboradores que têm expectativas de fazer carreira e atingir os cargos com melhores salários e as empresas que desejam fechar os contratos mais concorridos, devem focar em desenvolver suas habilidades de comunicação. Afinal, como falamos, é através dela que novos negócios serão fechados.

Gerando valor e lapidando diamantes

O Lingopass é uma solução corporativa de idiomas pensada para impulsionar negócios de forma completa, com foco em comunicação, vendas e produtividade, de maneira acelerada e 100% digital. Oferecemos mais do que o aprendizado de uma língua, mas um passaporte para vivenciar o idioma explorando o contexto cultural e as trocas de experiências com outros profissionais que fazem parte da nossa comunidade.

Criamos estratégias de comunicação em idiomas, idealizadas de forma personalizada para a sua área de negócio e para o seu momento, promovendo o desenvolvimento acelerado e multidisciplinar de seus colaboradores. Nossas soluções permitem uma experiência única, disponibilizando conteúdos inovadores para o treinamento de idiomas baseados em conteúdos reais e em situações reais em que os usuários estarão envolvidos.

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‘’Com o Lingopass um problema que era resolvido em 3 semanas por troca de e-mail passou a 5 minutos de ligação!”, afirma Guillaume Pailleret – CEO.

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